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sintomas de apendicite
Tratamento 15 de dezembro de 2021

Confira os 5 principais sintomas de apendicite e saiba como tratar!

Estamos suscetíveis à fragilidade do nosso organismo. A inflamação do apêndice cecal em estado avançado, por exemplo, pode ter graves consequências caso não seja tratada. Sintomas de apendicite podem aparecer em poucas horas e demandar intervenção imediata. A situação é uma surpresa capaz de adiar planos e cancelar compromissos urgentes. O apêndice está localizado entre […]

Estamos suscetíveis à fragilidade do nosso organismo. A inflamação do apêndice cecal em estado avançado, por exemplo, pode ter graves consequências caso não seja tratada. Sintomas de apendicite podem aparecer em poucas horas e demandar intervenção imediata. A situação é uma surpresa capaz de adiar planos e cancelar compromissos urgentes.

O apêndice está localizado entre os dois intestinos (o grosso e o delgado). O nome é devido a, visualmente, ser um adicional à estrutura do sistema digestivo — um pequeno tubo, que parece um rabinho gordo de lagartixa. O problema acontece quando a estrutura está entupida.

Para saber mais sobre os sintomas, o diagnóstico e o tratamento da apendicite, continue a leitura deste post!

Os 5 principais sintomas de apendicite

A apendicite tem sintomas que estão presentes na maioria dos casos. Confira, a seguir, os principais deles.

1. Náuseas e vômitos

A metade de um dia é o tempo crítico de aumento da dor de apendicite. Nesse momento, a pessoa enferma pode apresentar vontade de vomitar e tonturas.

O sintoma pode persistir mesmo após a cirurgia de retirada do órgão. A razão para isso é o íleo, palavra que significa o período adicional que, após a apendicectomia, o intestino leva para funcionar normalmente.

2. Diarreia ou prisão de ventre

O desarranjo intestinal está presente em muitos diagnósticos. No caso de apendicite, é válido questionar o histórico de refeições das últimas 48 horas, para identificar alguma possível comida estragada ou situação de estresse psicológico, como ansiedade. As fezes também podem apresentar regiões esbranquiçadas.

A inflamação do sistema digestivo é muito recorrente e está diretamente relacionada à alimentação. Pense que o pequeno órgão está em um local onde as fezes devem passar de modo fluido. Caso contrário, como um pequeno ralo de pia, será entupido.

3. Excesso de gases ou barriga inchada

Também conhecido como distensão do abdômen, a barriga inchada é um sintoma fruto dos gases produzidos pela inflamação do apêndice. Evitar apertar e forçar o local enquanto espera atendimento na emergência é o melhor a ser feito.

De toda forma, o certo é sempre procurar um auxílio médico o mais rápido possível, principalmente se o sintoma vier acompanhado de febre. A depender do estado da inflamação, o médico pode receitar remédios para o controle, mas apenas caso o quadro não seja agudo.

4. Dor ao encostar na barriga

Geralmente, em consultas médicas rotineiras, o profissional apalpa a região do abdômen para conferir alguma alteração no apêndice. A dor aguda ao encostar na barriga é, portanto, mais um fator que pode confirmar o quadro.

Em certos casos, o diagnóstico preventivo pode livrar o paciente de problemas mais graves. A cirurgia é marcada com mais calma ou há o acompanhamento atento da situação.

Recém-nascidos e idosos que apresentam dificuldade de comunicação em função da senilidade também podem apresentar quadros de apendicite, com dores ao encostar na barriga, mas essa população é reduzida na manifestação da doença.

5. Perda de apetite

Um dos principais sintomas é a falta de apetite, apesar de apenas essa manifestação não confirmar muita coisa. Observe atentamente caso a vontade de comer desapareça repentinamente nas últimas horas — mas somente o conjunto de sintomas pode confirmar a condição na consulta clínica.

A razão para a inexistência da fome está ligada ao fato do organismo entrar em processo inflamatório. É fundamental não forçar a ingestão de alimentos, tomar algum líquido e prezar pelo repouso enquanto espera o atendimento.

O apêndice pode desaparecer nas próximas gerações

Semelhante aos dentes sisos, o apêndice é uma estrutura que parece se encaminhar para a extinção. Muitas pessoas já nascem sem os sisos e/ou o apêndice, e garantem menos um problema de saúde ao longo da vida.

A função do apêndice é a produção de células para o sistema imunológico, além de ser um depósito de bactérias que auxiliam na digestão.

Quando a pessoa atinge a fase adulta, acontece o atrofiamento do apêndice. Esse pequeno órgão-acessório, por ser estreito e ficar numa zona de extremidade, pode ser obstruído pelas fezes. O resultado é a inflamação, que também ocorre em função de pequenos pedaços de comida (sementes), bactérias, fungos e parasitas. Ainda, pólipos, cálculos biliares ou adenovírus são causas comuns de apendicite.

Os sintomas de apendicite mais comuns incluem dor aguda e localizada

A parte inferior direita da barriga é onde a dor de apendicite geralmente acontece. É uma sensação aguda e contínua. O ponto, chamado McBurney, é referência para a operação de retirada desse órgão linfático, que mede cerca de oito centímetros.

Em alguns casos, a barriga inteira pode ser acometida por desconforto. Pessoas com essa agonia frequentemente querem ficar em posição fetal, com as pernas encolhidas, abraçando o abdômen, para melhorar o conforto.

Vale ressaltar que não é toda dor do lado direito do abdômen que caracteriza apendicite. O check-up médico deve ser feito para confirmar a enfermidade.

Caso o apêndice entupido seja rompido, pode acontecer uma peritonite (infecção no revestimento do abdômen) e um abscesso abdominal (acúmulo de pus).

Uma infecção que não esteja relacionada ao apêndice também pode ter como consequência a sensibilização do órgão. Isso acontece porque a estrutura tem folículos do sistema linfático, responsável pela defesa do corpo.

O diagnóstico é fechado com a realização de exames

Para fechar o diagnóstico de apendicite, exames específicos são solicitados. Apesar de a dor ser característica, a inflamação pode ser confundida com outros quadros clínicos, por isso, exames laboratoriais como hemograma, raio-X, tomografia, ultrassonografia e análise de urina podem ser feitos. Não dê bobeira: para cuidar da saúde, faça exames regularmente!

A cirurgia de apendicite é rápida e pouco invasiva, no caso da opção por laparoscopia. Nessa, três furos de 1 centímetro cada, com uma câmera monitorando, são feitos. O processo pode durar entre 30 e 60 minutos.

Há, também, a apendicectomia tradicional, em que um corte de cinco centímetros é feito na região, deixando uma cicatriz característica. Esse último tipo de cirurgia é indicado em casos mais graves.

Busque a ajuda de um profissional especializado se você notar algum desses sintomas de apendicite. Com o diagnóstico correto e o tratamento adequado, a apendicite é apenas um pequeno problema.

Para evitar esse tipo de inflamação, atente-se à sua qualidade de vida: exercite-se regularmente e mantenha uma alimentação saudável no dia a dia. A atividade física é capaz de equilibrar o sistema imunológico, e pode ser uma prevenção importante.

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