Peça agora o seu cartão também pelo telefone: 0800 729 2071

saúde mental infantil
Saúde mental 18 de abril de 2022

Saúde mental infantil: tudo o que você precisa saber sobre isso

Precisamos falar sobre saúde mental infantil. Você topa? Este é um assunto muito relevante e que merece atenção, seja dos cuidadores, educadores ou da sociedade, no geral. Afinal, é importante oferecer um espaço confortável para que as crianças se desenvolvam com liberdade e acolhimento. Para isso, a promoção do bem-estar é indispensável, e isso vai […]

Precisamos falar sobre saúde mental infantil. Você topa? Este é um assunto muito relevante e que merece atenção, seja dos cuidadores, educadores ou da sociedade, no geral.

Afinal, é importante oferecer um espaço confortável para que as crianças se desenvolvam com liberdade e acolhimento. Para isso, a promoção do bem-estar é indispensável, e isso vai desde o estado físico até o mental.

Quando o tema envolve os cuidados com as questões psicológicas, é importante considerar que as crianças apresentam atenções especiais. Isso porque, tratam-se de pessoas na fase crítica da formação individual.

Sendo assim, que tal conferir um guia completo sobre o assunto? Acompanhe este post e entenda tudo o que você precisa saber em relação aos cuidados com a saúde mental infantil!

Qual é a importância da saúde mental infantil?

Os primeiros anos de vida são os mais relevantes na formação da personalidade de um indivíduo. É por meio dos exemplos recebidos no ambiente familiar, das interações sociais da infância e das atividades desenvolvidas nesse período que uma pessoa conseguirá tomar decisões no futuro.

Afinal, toda e qualquer interação durante a infância pode se tornar uma peça-chave para o desenvolvimento pessoal. Por ser um período de maior aprendizado, várias experiências vividas entre 0 e 12 anos têm um forte peso na criação da personalidade.

Não é à toa que traumas vividos na infância são capazes de provocar danos severos e que podem durar décadas. Por outro lado, crianças que recebem um bom apoio emocional têm mais chances de se transformarem em adultos confiantes e de alcançarem o sucesso pessoal no futuro.

Sendo assim, a importância da saúde mental infantil diz respeito às oportunidades que uma criança pode receber para se desenvolver da melhor maneira, com apoio, orientação e segurança.

Quais são os sinais de que há problemas?

É importante ter em mente que as crianças ainda estão aprendendo a lidar com questões internas e externas. A infância é um período de descoberta, e nem sempre é fácil para os pequenos entenderem o que estão sentindo.

Desse modo, dificilmente eles conseguirão expressar de forma verbal que estão se sentindo mal emocionalmente. Os sinais de que algo não vai bem com o estado psicológico das crianças se refletem em comportamentos atípicos.

Esses sinais podem passar a acontecer de forma gradativa ou apenas esporádica por meio de problemas nos relacionamentos sociais, mudanças na personalidade, alterações na concentração e nos interesses, entre vários outros pontos.

A seguir, apresentamos alguns sinais que podem demonstrar problemas na saúde mental das crianças e devem ser observados.

Queda no desempenho escolar

A criança tinha facilidade com algumas disciplinas na escola, mas isso mudou repentinamente? Esse é um exemplo de situação que precisa ser observada pelos responsáveis, pois pode indicar algum problema.

Claramente existem diversos fatores que podem proporcionar uma queda no desempenho escolar, como mudanças de turma ou de escola, novos conteúdos didáticos, dificuldade de adaptação, falta de socialização com os colegas de classe, entre outros.

No entanto, quando existe algo trazendo impactos negativos na saúde mental da criança, é comum que a produtividade na escola caia, principalmente quando isso está acompanhado de outros sinais, como:

  • dificuldade para se concentrar;
  • isolamento dos colegas e amigos da escola;
  • falta de vontade de ir à escola;
  • medo da reação dos pais quanto à queda do desempenho.

Tentativa de se machucar

Entender os sentimentos, muitas vezes, é difícil para os adultos, e não seria diferente com as crianças, que ainda estão aprendendo a ter uma melhor regulação emocional. Além disso, lidar com a frustração de não conseguir compreender as emoções e os resultados delas não é nada fácil.

As formas como cada pessoa lida com a frustração variam bastante. No entanto, um comportamento comum, principalmente nos primeiros anos de idade, é a tentativa de se machucar.

Trata-se de uma reação impulsiva, como uma tentativa de desviar o foco dos sentimentos negativos ou de descontar em si uma emoção intensa, como a raiva ou a ansiedade. É por isso que se torna essencial prestar atenção no que provoca esses arranhões, hematomas e demais lesões em crianças. 

Intimidação aos colegas

O comportamento intimidador é mais um sinal de que a criança precisa de mais cuidados com a saúde mental. O bullying é um assunto sério, que traz problemas para as vítimas e para os praticantes.

Quando uma pessoa passa por altas pressões, principalmente no ambiente familiar, tende a receber muitas críticas ou tem baixa autoestima, é natural tentar lidar com esse sentimento de invalidação de diversas maneiras.

Reações de compensação, para descontar o que está sentindo em outras pessoas, como os colegas de classe, tornam-se uma opção para algumas crianças. Nesse caso, é fundamental entender a origem desse comportamento, assim como oferecer conselhos e acolhimento.

Evita amigos e familiares

O isolamento social é mais uma resposta a algum desconforto psicológico. Crianças que sofrem intimidação constante, seja em casa ou em outro ambiente social, que passaram por situações de abandono e que têm problemas de autoestima, tendem a se manter distantes de amigos e familiares.

Além disso, nem sempre esse isolamento é repentino. Em alguns casos, a criança pode se fechar aos poucos, reduzindo a frequência em que se comunica com a família e os amigos, sem nenhuma razão aparente. Por isso, é preciso dar atenção também aos sinais mais sutis.

Vale destacar ainda que a timidez exagerada, muitas vezes, pode ser um sinal de problemas de saúde mental. Em alguns casos, isso é um sintoma de ansiedade social, que pode se desenvolver para quadros mais intensos, caso não receba a devida atenção.

Dessa forma, é importante não pressionar a criança para voltar ou começar a interagir com os amigos e familiares. Dê apenas pequenos incentivos, mas deixe que ela siga o próprio ritmo, retomando os relacionamentos sociais quando se sentir pronta.

Apego excessivo

Existem alguns períodos em que as crianças passam mais tempo apegadas aos pais ou objetos que trazem conforto. Contudo, quando esse comportamento aparece de forma repentina e intensa, pode indicar algum medo ou insegurança.

Geralmente, essas respostas aparecem na presença de um novo membro na família, mudanças sociais ou intimidação. Quando os pequenos não sabem lidar com a tensão ou o medo, nem expressá-los, procuram fontes de conforto e segurança.

Mudanças alimentares

O apetite das crianças também pode mudar quando elas não estão se sentindo emocionalmente bem. Por essa razão, é importante acompanhar de perto quando essas questões perduram.

Seja o aumento do consumo de determinados alimentos ou a diminuição do apetite durante as refeições, esses comportamentos podem indicar algum incômodo emocional. Contudo, é interessante analisar se essas reações estão acompanhadas de outros tipos de sinais.

Afinal, mudanças alimentares são comuns durante a infância. Além disso, é preciso considerar que as preferências das crianças ainda estão sendo desenvolvidas, sendo comum que seus alimentos favoritos sejam substituídos. 

Como cuidar de questões de saúde mental infantil?

O primeiro passo para cuidar de questões de saúde mental infantil é o acolhimento. É importante que a criança saiba que o que está passando não é motivo de vergonha ou de medo.

Mudanças na forma com que as pessoas se sentem, agem e pensam são naturais e é importante que saibam disso desde a infância. Além disso, é necessário que as crianças aprendam, desde jovens, que podem contar com a ajuda de outras pessoas sempre que se sentirem mal.

Ensinar sobre os sentimentos e conversar sobre eles também é outro passo que ajuda no reconhecimento emocional, facilitando para que os pequenos consigam se expressar quando sentirem ansiedade, tristeza, medo, raiva, entre outros.

Vale ressaltar, também, que sempre existe a possibilidade de contar com o apoio profissional. Existem diversas linhas da Psicologia voltadas para o desenvolvimento infantil e que podem ajudar a superar os desafios que as crianças enfrentam.

Qual é a importância dos pais nesse aspecto?

Um ponto de extrema relevância é a participação dos pais na promoção da saúde mental infantil. Para começar, o ambiente familiar é um dos primeiros espaços de convívio social em que uma pessoa se encontra.

Dessa maneira, quanto mais saudável e acolhedor for esse local, melhor será para que a criança encontre confiança em outras pessoas, saiba que não está sozinha e aprenda a se expressar.

Para formar um ambiente familiar saudável, é fundamental entender que a criança é uma pessoa em desenvolvimento. Não menosprezar o que falam é um passo importante, assim como respeitar as suas opiniões e escolhas.

Além disso, torna-se essencial ter consciência de que os pequenos ainda estão aprendendo a lidar com o que sentem e com os sentimentos alheios. Sendo assim, é normal que se sintam confusos de início e que reajam de forma imprevisível. Cabe à família orientar e tranquilizá-los.

Ou seja, o papel dos pais e dos cuidadores na saúde mental infantil é ser o suporte que uma pessoa precisa para se desenvolver. Dialogar, ensinar, instruir e acompanhar são ações importantes e que devem ser priorizadas pela família.

Como manter a saúde física pode ajudar a parte mental?

A saúde do corpo, como um todo, precisa de atenção. É por isso que, na maioria das vezes, não é possível separar o físico do mental. Quando uma pessoa leva uma vida sedentária, ainda que na infância, dificilmente encontrará um bom equilíbrio psicológico no futuro.

O mesmo vale para quem não está no melhor estado mental, que também pode apresentar manifestações patológicas no corpo, como alterações gastrointestinais, palpitações, tremores, entre outros.

Desse modo, uma estratégia interessante para melhorar a qualidade de vida é prezar pela saúde física e mental, em equilíbrio. Isso vale tanto para os adultos quanto para crianças e adolescentes.

Portanto, manter os cuidados com o bem-estar físico, como praticar regularmente atividades físicas e ter uma alimentação equilibrada, reflete em melhorias na saúde mental, como:

  • mais disposição;
  • regulação do sono;
  • melhora do humor;
  • redução do estresse.

Quer saber como garantir esses benefícios? Veja algumas atitudes importantes na rotina de exercícios físicos e de alimentação saudável!

Exercícios físicos

Assim como para os adultos, a prática regular de exercícios físicos ajuda a evitar o surgimento de diversas doenças crônicas, assim como promove uma maior sensação de bem-estar. Incentivar as crianças a participar de práticas esportivas e recreativas, dentro e fora do ambiente escolar, é uma maneira de prezar por uma rotina equilibrada de exercícios físicos.

Além disso, é possível observar as preferências dos pequenos quanto à realização de exercícios. Assim, os cuidadores podem encontrar atividades extracurriculares para inscrever os pequenos e, até mesmo, participar desses momentos, reforçando o vínculo familiar.

Alimentação saudável

Um cardápio nutritivo é essencial na infância, trazendo resultados positivos para a saúde física e mental. Uma alimentação equilibrada é aquela que não apresenta excessos nem restrições, e que inclui nutrientes, como:

  • carboidratos;
  • proteínas;
  • minerais — sódio, potássio, ferro, cálcio etc.;
  • gorduras insaturadas;
  • vitaminas.

Alimentos, como grãos, vegetais, frutas e laticínios, são capazes de oferecer esses nutrientes. Por isso, é importante que, desde a infância, as pessoas se acostumem com pratos equilibrados e com bastante variedade.

Além disso, é interessante evitar algumas substâncias durante os primeiros anos de vida, como cafeína e excesso de sódio, gordura e açúcares. Dar preferência por alimentos in natura e reduzir o consumo de ultraprocessados ajuda muito a manter uma alimentação saudável.

O que fazer em caso de suspeita?

É natural também que os cuidadores se sintam perdidos e apreensivos ao notarem mudanças na saúde mental das crianças. Afinal, por muito tempo esse foi um assunto pouco abordado, de forma que é comum que as pessoas tenham dúvidas sobre como agir.

É por isso que falar mais sobre o tema se torna tão importante. Assim, é possível conscientizar e orientar os adultos no papel de cuidar da saúde mental infantil.

Como visto, uma das primeiras atitudes necessárias é o acolhimento. Em seguida, é importante investigar as causas, tanto para prevenir o agravamento dos sintomas quanto para encontrar as melhores estratégias para tratá-los.

Além disso, lembre-se de que cada caso apresenta as suas características. Sendo assim, é necessário ter o apoio de um profissional para entender as particularidades da criança e saber como ajudá-la.

Em casos de mudanças alimentares, por exemplo, é importante tentar inovar na apresentação dos pratos e ter um maior controle, a fim de evitar excessos, mas garantindo que a criança coma o suficiente para se manter saciada.

Um nutricionista, especialista em casos infantis, pode contribuir bastante nessa questão. Consultar um pediatra também é essencial para avaliar a saúde física e oferecer as melhores orientações de como agir. 

Como promover a saúde mental infantil?

E quais são as melhores atitudes para prevenir e lidar com problemas de saúde mental infantil? Veja algumas dicas importantes, a seguir!

Incentive a demonstração dos sentimentos

Quanto mais uma criança se sente à vontade para expressar os seus sentimentos, mais fácil será para a sua educação emocional. Desse modo, conseguirá fazer uma boa identificação e regulação das emoções.

No entanto, é válido ressaltar que as crianças aprendem, em sua maioria, a partir de exemplos. Sendo assim, é importante que os cuidadores deem o primeiro passo e demonstrem também os sentimentos.

Então, que tal abrir espaço para manifestar insatisfação, tristeza, frustração, medo, raiva, assim como alegria, ânimo e amor? Fazer palavras de afirmação, falar como se sentiu e perguntar como as crianças se sentem são ações que incentivam a demonstração das emoções de forma natural e eficiente.

Tenha cuidado com o excesso de responsabilidades

Vale ressaltar, novamente, que a infância é o maior período de aprendizado. Como consequência, as crianças lidam com uma enorme quantidade de informações o tempo inteiro, que precisam administrar e selecionar o que reter.

Quando, além dessa demanda natural, existem também muitas responsabilidades impostas pelos cuidadores, o que ocorre é uma sobrecarga mental. Isso pode trazer exaustão, tristeza e insatisfação com a rotina com si próprio, provocando diversos problemas no comportamento social e individual.

Por outro lado, é importante que as crianças aprendam, aos poucos, a lidar com as responsabilidades do dia a dia. Desse modo, prezar pelo equilíbrio é a melhor saída para educar, sem causar impactos negativos na saúde mental.

Mostre acolhimento

É imprescindível que a criança receba suporte de onde estiver, como da família, dos amigos, da escola e de outros ambientes que frequenta. Muitas vezes, esse acolhimento parte de atitudes simples, mas que fazem toda a diferença.

Um abraço quando a criança demonstra medo, interesse pelo que ela está falando e, inclusive, perguntas sobre assuntos diversos são atitudes excelentes para acolhê-las como indivíduos que sentem, pensam e se relacionam socialmente.

Vale ressaltar também que o sentimento de pertencimento é essencial para a criação da identidade pessoal. Sendo assim, é necessário que esse acolhimento mostre que a criança faz parte da família ou de qualquer outro grupo.

Acompanhe de perto o desenvolvimento da criança

Marcar presença na vida da criança é uma atividade essencial dos cuidadores. Novamente, são atos simples, mas eficientes, que garantem esse acompanhamento do crescimento.

O desenvolvimento escolar é um ótimo exemplo disso. Conferir as atividades realizadas na escola todos os dias, e perguntar como foi a rotina dos pequenos, permite se aproximar e identificar rapidamente quando ocorrer algo atípico.

Saber quais são os amigos das crianças também é importante, principalmente ao perguntar sobre a personalidade deles, o que os pequenos mais gostam em seus colegas e desenvolver conversas dentro do assunto.

Até mesmo observar as preferências com relação aos programas assistidos, jogos e personagens permite conhecer melhor a personalidade da criança, saber com o que ela se identifica e compreendê-la.

Estimule os momentos de lazer

Como as crianças estão se divertindo ultimamente? Ter espaços na rotina voltados exclusivamente ao lazer é essencial para a promoção da qualidade de vida e saúde mental.

Essa é uma responsabilidade dos pais e cuidadores. Por mais que a rotina seja corrida, é importante reservar um tempo para que as crianças relaxem e decidam o que querem fazer.

Para ir além, é possível estimular a imaginação e a criatividade dos pequenos. Por exemplo, que tal propor que a criança conte uma história a partir de um objeto? Ou, então, que ela desenhe algo que viu no dia? São várias as opções que podem divertir e entretê-la.

Faça atividades em conjunto

Como visto, a participação e a proximidade dos adultos é importante para o desenvolvimento infantil, principalmente para garantir suporte emocional e evitar problemas de saúde mental.

Desse modo, é fundamental realizar atividades em conjunto. Além de estreitar os vínculos, elas ajudam a conhecer melhor a criança e a acompanhá-la. Ou seja, permitem colocar em prática as dicas anteriores.

O melhor de tudo? É possível deixar a criatividade se soltar para pensar nas atividades para realizar com os pequenos. Por exemplo, já experimentou cozinhar com as crianças? Pedir para que elas ajudem em tarefas simples garante a sensação de pertencimento e de responsabilidades fáceis de lidar.

Outra opção é a de jogos e brincadeiras que envolvam toda a família. As crianças, por mais que gostem de brincar sozinhas, adoram quando os adultos podem interagir com elas e ter momentos de diversão em família.

O importante, na hora de escolher as atividades, é respeitar os gostos e as vontades dos pequenos. Às vezes, pode ser que eles não se animem tanto. Por isso, nesses casos, apenas a companhia pode ser o suficiente para dar o apoio que precisam para superar os momentos desafiadores.

Como o acompanhamento médico pode ser importante?

O acompanhamento médico é essencial para todas as pessoas. Exames de rotina e consultas regulares permitem avaliar o estado de saúde, prevenir doenças e garantir o diagnóstico precoce de complicações.

Quando o assunto é saúde mental, o acompanhamento profissional é semelhante. Fazer consultas regulares ao pediatra garante que a saúde infantil seja mantida, assim como ajuda os cuidadores a entenderem as demandas que apresentam.

Além disso, como visto, o profissional pode identificar, com mais facilidade, alterações no comportamento ou no estado de saúde física da criança. Essa avaliação ajuda a encontrar soluções para evitar que os sinais se agravem e promover o bem-estar infantil.

Sem mencionar que o apoio de um psicólogo é fundamental para ajudar as crianças na identificação de seus sentimentos, regulação emocional, autoaceitação e respeito aos limites. Desse modo, sempre que necessário, conte com a ajuda desse profissional.

Agora que você entende melhor sobre as questões que envolvem a saúde mental infantil, consegue se sentir mais confiante com o assunto? Como já vimos, os cuidados com as crianças são diversos e o suporte dos pais é essencial para um crescimento saudável.

Gostou deste post? Então contribua para a divulgação do assunto. Compartilhe o artigo nas redes sociais e ajude os seus amigos a aprenderem mais sobre a saúde mental infantil!

Cartão de TODOS

Redator

Olá! Como podemos ajudar?