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Empregabilidade 19 de outubro de 2020

Revolução 4.0

A Revolução Industrial Antigamente, quando alguém precisava comprar um novo par de sapatos, ia até um sapateiro. Não havia lojas especializadas, tampouco uma grande variedade de produtos. Tudo era feito por encomenda e com exclusividade; peças únicas! Você dizia ao sapateiro exatamente o que estava buscando e, na sequência, ele produzia os sapatos, participando de […]

A Revolução Industrial

Antigamente, quando alguém precisava comprar um novo par de sapatos, ia até um sapateiro. Não havia lojas especializadas, tampouco uma grande variedade de produtos. Tudo era feito por encomenda e com exclusividade; peças únicas! Você dizia ao sapateiro exatamente o que estava buscando e, na sequência, ele produzia os sapatos, participando de todas as etapas do processo de produção: ver as medidas, cortar o couro, costurar, moldar a sola etc.

Isso significa que a produção era pequena, restrita ao que uma pessoa era capaz de produzir sozinha.

As coisas começaram a mudar no final do século XVIII, quando as primeiras máquinas e, consequentemente, as primeiras fábricas começaram a surgir. O objetivo era conseguir produzir mais e em menos tempo. E eles conseguiram.

A Revolução 4.0

Velocidade tornou- se a palavra de ordem. Tanto que as grandes invenções sempre envolviam a habilidade de realizar uma mesma coisa em um tempo inferior ao que se conhecia até então. Dois grandes exemplos de invenções que comprovam isso são o automóvel (século XIX) e o avião (século XX).

E esse processo não parou por aí. Os pesquisadores dizem que seguimos vivendo uma Revolução Industrial, só que agora ela se apresenta sob uma outra forma: o crescimento do mundo digital.

A chamada Revolução 4.0 diz respeito às tecnologias para automação e troca de dados.  O que isso significa na prática? Que todos os dias surgem novos aparelhos, programas e aplicativos capazes de facilitar a nossa vida e trazer mais agilidade nas atividades cotidianas. E esse é um caminho sem volta – ou alguém acha que pode voltar a viver sem celular?

E o que isso tem a ver com a empregabilidade?

Tudo!

Vamos ver um exemplo prático: por conta da pandemia, os professores que trabalham com educação presencial precisaram aprender a usar os recursos tecnológicos para continuar lecionando. Eles precisaram se adaptar à nova realidade.

Em todas as carreiras, é necessário que o profissional esteja atento e conectado às novidades. E mais do que isso: não se mostrar resistente a elas! Isso porque o caminho da mudança é definitivo e aqueles que não se atualizam acabam ficando para trás.

Imagine uma pessoa que se recusa a usar e-mail, whatsapp? Uma pessoa que tem dificuldade e desiste de aprender a lidar melhor com o computador? Quais são as possibilidades reais de crescimento profissional para ela?

Por isso, esteja SEMPRE conectado, buscando se atualizar sobre as novas tendências e se especializando cada vez mais na sua área de interesse.

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