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Alimentação 16 de dezembro de 2020

Entenda como combater o efeito sanfona e ter uma alimentação saudável

Seja para melhorar a estética corporal, seja para se precaver contra problemas de saúde no futuro, muitas pessoas recorrem às mais variadas dietas. O problema é que, na prática, nem sempre o processo de emagrecimento acontece da forma desejada. Entre as surpresas desagradáveis mais comuns que podem surgir está o temido efeito sanfona. Mais do […]

Seja para melhorar a estética corporal, seja para se precaver contra problemas de saúde no futuro, muitas pessoas recorrem às mais variadas dietas. O problema é que, na prática, nem sempre o processo de emagrecimento acontece da forma desejada. Entre as surpresas desagradáveis mais comuns que podem surgir está o temido efeito sanfona.

Mais do que saber do que se trata, é fundamental entender a origem do efeito sanfona e, sobretudo, quais complicações ele pode causar no organismo. Confira todos esses detalhes na sequência!

O que é o efeito sanfona?

O nome deriva da perda e ganho de peso apresentado por uma mesma pessoa logo após a realização de alguma dieta voltada ao emagrecimento. Normalmente, essa é uma consequência da realização de uma daquelas dietas que restringem muitos alimentos.

Como ocorre o efeito sanfona?

Para conhecer a raiz do problema, basta lembrar que o corpo humano memoriza as condições nas quais ele está em determinado momento. Então, se você tem certo peso e perde boa parte dele repentinamente, o organismo interpreta essa mudança como uma ameaça à sua sobrevivência.

Se o peso esteve em um dado patamar no decorrer de tanto tempo, mas, de repente, caiu muito, o raciocínio é de que algo está errado.

Se pensarmos bem, tal funcionamento é perfeito. Afinal, o organismo chega à conclusão de que há uma situação de perigo e, portanto, é preciso poupar energia e desacelerar os processos metabólicos. O grande problema é que essa diminuição do metabolismo se mantém após a finalização da dieta e o consequente retorno de uma ingestão alimentar mais rica em nutrientes.

A explicação consiste em uma tentativa de compensar o peso perdido, o que acontece assim que possível. Ao mesmo tempo, é como se o corpo estivesse se preparando para a reprise de uma possível perda brusca de peso.

Provavelmente, você até já sabe qual é o resultado final de tudo isso: não só o peso anterior é totalmente recuperado, como ele recebe um adicional. Para ser bem-sucedido em sua missão, o corpo mantém o metabolismo lento ao longo do que ele entende ser uma fase de restauração. 

Quais são as consequências do efeito sanfona?

Infelizmente, o problema em questão está longe de se limitar ao visual do corpo. Embora muita gente não saiba, o efeito sanfona tende a provocar uma série de malefícios a quem o sofre. Vejamos alguns deles!

Aumento do risco de complicações cardiovasculares

A constante oscilação de peso amplia as chances de desenvolvimento de problemas no sistema cardiovascular. O risco é ainda maior em pessoas que apresentam um histórico ruim quanto aos índices de colesterol no sangue. Isso também se aplica àquelas que já tenham sofrido uma ou mais doenças cardiovasculares, como:

  • insuficiência cardíaca;
  • hipertensão;
  • arritmia;
  • infarto (ataque cardíaco);
  • angina;
  • cardiopatia congênita;
  • miocardite.

Síndrome metabólica

Caracterizada por um conjunto de modificações relacionadas ao metabolismo, essa síndrome também pode culminar em problemas cardiovasculares, como o infarto. Além disso, a síndrome metabólica exibe uma relação muito próxima com o preocupante diabetes, doença que está entre as maiores causas de morte no mundo.

Depressão

Ao se olhar no espelho e perceber que está com mais peso do que antes da tentativa de emagrecer, quem passou pelo efeito sanfona também fica vulnerável mentalmente. Neste estado, a possibilidade de desenvolvimento de um quadro de depressão é alta.

Essa doença também costuma ser acompanhada de outras dificuldades, a começar pela própria conclusão do diagnóstico. O primeiro passo consiste em saber que há uma diferença entre tristeza e depressão, e existem variações da doença (distimia, depressão psicótica etc.) que devem ser observadas pelo médico.

Crises de ansiedade

Assim como ficar triste de vez em quando é normal e não indica um quadro depressivo, nós também somos ansiosos em determinadas situações. No entanto, quando a ansiedade é exagerada, motivo de preocupação constante e elevada, ela adquire contornos graves e passa a ser tratada como distúrbio — a chamada TAG (Transtorno da Ansiedade Generalizada).

Imagine alguém que faz uma dieta e até emagrece, mas o corpo mantém o resultado apenas por poucos dias. Pior do que isso: logo em seguida, ele começa a ganhar um peso superior àquele registrado antes da dieta. A situação tende a gerar um trauma, o qual pode resultar no aparecimento de uma ansiedade descontrolada.

Na prática, o medo de realizar outra dieta, mesmo que mais equilibrada e adequada, transforma-se em “gatilho”. A partir daí, uma ansiedade fora de controle, muitas vezes seguida de perto pela insônia, é apenas um dos possíveis desfechos.

 

Quais são as dicas para uma alimentação saudável?

Em qualquer um dos casos mencionados, o diagnóstico e o tratamento apropriado devem ser efetuados por um especialista da área médica envolvida.

Mas o que você pode fazer para não engordar ou perder efetivamente os quilos a mais sem correr o risco de sofrer um efeito sanfona? Em resumo, manter uma alimentação saudável, conforme explicaremos abaixo por meio de 4 dicas vitais.

1. Coma frutas e vegetais

A fim de repor a quantidade adequada de vitaminas, de minerais e de fibras do organismo, você precisa adquirir o hábito de ingerir hortaliças e frutas diariamente. Lembre-se de variar, já que os tipos e a oferta de nutrientes são diferentes de um alimento para outro.

2. Reduza a ingestão de alimentos ultraprocessados

Mas o que seriam esses alimentos? Salgadinhos, biscoitos recheados, misturas prontas para bolo, refrigerantes e macarrão instantâneo são ótimos exemplos. Até aqueles temperos prontos devem ser usados com moderação. Não bastassem os aditivos normalmente usados pela indústria alimentícia, esses alimentos também contêm doses elevadas de sódio e de gorduras.

3. Diminua a quantidade de açúcar

Também é bom ficar atento aos alimentos açucarados. Isso porque elevadas taxas de glicemia na corrente sanguínea colaboram para o aumento da flacidez e o envelhecimento, entre outros efeitos indesejáveis.

Além disso e desde que haja uma conjunção de fatores, como o sedentarismo e a influência genética, existe ainda o risco de desenvolver o diabetes do tipo 2. Neste caso, sempre é bom lembrar daqueles alimentos que os diabéticos devem evitar.

4. Prefira alimentos integrais

Os alimentos integrais conservam um volume precioso de nutrientes presentes nos grãos, além de serem uma excelente fonte de fibras. Soma-se a isso sua importância para combater o colesterol, que precisa se manter estável, a fim de afastar os riscos de doenças cardiovasculares.

Com essas dicas, você já pode dar os primeiros passos rumo a uma alimentação realmente saudável. Com ela, manter o peso corporal sob medida se torna uma tarefa muito mais fácil, além de ajudar a prevenir o efeito sanfona. Por fim, a redefinição de nossos hábitos alimentares é determinante para que nosso organismo funcione em pleno equilíbrio.

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