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Sem categoria 14 de junho de 2021

Entenda as causas da tosse alérgica e saiba como tratá-la

Desconfortos na região do peito e da garanta costumam estar associados a problemas respiratórios. Quando sintomas desse tipo aparecem, é importante investigar a causa e descobrir se há uma doença ou irritação envolvida. A tosse alérgica, por exemplo, está entre as possibilidades. Ela se diferencia da infecciosa por ser menos grave, embora também demande atenção […]

Desconfortos na região do peito e da garanta costumam estar associados a problemas respiratórios. Quando sintomas desse tipo aparecem, é importante investigar a causa e descobrir se há uma doença ou irritação envolvida. A tosse alérgica, por exemplo, está entre as possibilidades.

Ela se diferencia da infecciosa por ser menos grave, embora também demande atenção para que não prejudique a qualidade de vida do paciente. Acompanhe o artigo para saber mais sobre as causas, os sinais e as formas de tratamento!

O que caracteriza a tosse alérgica?

Por conta do nome, é fácil perceber que essa condição ocorre quando a pessoa entra em contato com alguma substância alergênica. Poeira, pólen de flores, pelos de animais, fumaça de cigarro, perfumes fortes e até produtos de limpeza doméstica podem levar ao quadro.

Esses agentes podem ser encontrados no ar e em diversos espaços. Assim que alcançam as vias respiratórias, eles promovem uma irritação que resulta em tosse persistente, seca e sem secreção. Outros sintomas incômodos podem estar envolvidos, os quais falaremos mais adiante.

Quais são as principais causas?

Como dito, existem vários gatilhos para esse tipo de problema. Micro-organismos (ácaros e fungos), produtos químicos e resíduos de plantas estão entre os principais, mas poluição e variações bruscas de temperatura também aumentam o risco de desenvolvimento do quadro.

Isso explica por que a tosse alérgica atinge pessoas que são sensíveis a determinado material ou componente. Inclusive, ela é bem comum na rotina de quem sofre de asma, rinite ou sinusite. Nesses casos, o sistema imunológico reconhece a substância estranha como uma ameaça ao organismo.

Fica claro, portanto, que grupos com algum tipo de alergia tendem a apresentar o problema com maior frequência. Os efeitos colaterais podem piorar se o paciente tiver a imunidade baixa. Afinal, quando o corpo está enfraquecido, fica mais difícil combater os sintomas e conter a crise.

E quais são os sintomas?

A tosse alérgica é seca, irritativa e constante. Sua duração varia conforme o tempo de exposição aos fatores que causam a irritação. No inverno, por exemplo, a pessoa pode permanecer por horas em local fechado e perto da queima de lenha, o que estende o período de desconforto.

Em outros casos, a reação surge repentinamente, como quando o indivíduo fica próximo de alguém que fuma tabaco ou aplica uma colônia perfumada. Assim que a fumaça de cigarro ou a fragrância se espalha pelo ar, o organismo reage para proteger o pulmão e outros órgãos.

Além da tosse persistente, a pessoa pode sentir coceira na garganta, lacrimejamento e, em alguns casos, falta de ar. A condição costuma ser de caráter agudo, ou seja, durar até três semanas. E ainda que acompanhem o paciente ao longo do dia, os sintomas geralmente se intensificam à noite.

Diferença entre tosse alérgica e infecciosa

Identificar o tipo de problema é crucial para buscar tratamento na hora certa e com o profissional adequado. O problema é que, por conta da semelhança dos sintomas, muitas pessoas têm dificuldade para diferenciar alergias de outras doenças.

A tosse é uma reação que ocorre em diversas situações, portanto, pode ou não significar algo grave. Em todo caso, é importante ficar alerta, principalmente se o sintoma perdurar por meses. Ele pode indicar desde alterações no funcionamento de órgãos até um efeito colateral de medicamento.

Em geral, a tosse alérgica não causa grandes problemas e permite que o paciente cumpra a sua rotina normal. A de origem infecciosa, por outro lado, vem acompanhada de febre, mal-estar, dor no corpo e produção de muco — sintomas recorrentes em quadros de gripe, resfriado, bronquite e pneumonia.

Lembre-se de que o diagnóstico correto demanda o acompanhamento de um profissional da área da saúde. O médico fará um exame clínico e a análise do histórico do paciente para apontar as causas e as opções de tratamento da enfermidade.

Como diagnosticar a tosse alérgica?

O especialista mais indicado para conduzir esse trabalho é o alergista. Ele fará uma avaliação completa dos sintomas apresentados pelo paciente, observando detalhes como a frequência dos efeitos colaterais, o nível de desconforto e os gatilhos que costumam envolver a reação.

É importante procurar esse profissional se você perceber alguma alteração no funcionamento do sistema respiratório. Se possível, anote as características do quadro e em quais momentos ele ocorre. Também registre os sinais que mais incomodam, como garganta irritada e coçando durante a tosse.

Tanto crianças quanto adultos podem desenvolver alergias, e alguns casos evoluir para doenças mais sérias. Isso acontece quando o organismo, ao entrar em contato com agentes considerados ameaçadores, cria uma resposta exagerada de defesa.

Nessas situações de descontrole, o corpo libera histamina para gerar uma inflamação e isolar todos os agentes externos problemáticos. O problema é que a reação causa efeitos como redução da pressão sanguínea e contração dos músculos ao redor das vias aéreas.

A tosse persistente pode resultar em complicações em longo prazo, como cansaço muscular do diafragma, rouquidão e perda da voz (afonia). Para evitar desde desconfortos até consequências graves, consulte um médico de confiança.

Quais são as opções de tratamento?

O alergista vai realizar procedimentos variados para identificar a causa da tosse e demais sintomas. Exames de raio-X, de sangue e até de refluxo podem ser solicitados, além de testes específicos e dados sobre a herança genética do paciente.

O tipo de tratamento vai depender da origem do problema. As opções mais comuns são a imunoterapia e a administração de medicamentos anti-histamínicos. Para alívio imediato do desconforto, o médico pode recomendar aumento da ingestão de água, a fim de hidratar e acalmar a garganta.

Práticas da medicina preventiva também são eficazes na redução dos casos de alergias e seus efeitos. Elas incluem consultas regulares para verificar o estado de saúde e monitorar os fatores de risco, além de mudanças cotidianas para evitar o contato com substâncias alergênicas.

Gostou de aprender sobre a tosse alérgica e suas características? Espero ter tirado suas principais dúvidas e gerado conhecimento para você reconhecer os sinais mais comuns. Vale ressaltar que somente um médico poderá confirmar a presença do problema e, a partir disso, definir os próximos passos.

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