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Prevenção 16 de novembro de 2020

Câncer de pele: mitos e verdades

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de pele não melanoma é o mais frequente no Brasil, correspondendo a cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no País. Somente neste ano, são estimados 176.930 novos casos, sendo 83.770 homens e 93.160 mulheres. Como muitos sabem, os tumores de pele estão relacionados […]

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de pele não melanoma é o mais frequente no Brasil, correspondendo a cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no País. Somente neste ano, são estimados 176.930 novos casos, sendo 83.770 homens e 93.160 mulheres.

Como muitos sabem, os tumores de pele estão relacionados a alguns fatores de risco, principalmente à exposição aos raios ultravioletas (UV). No entanto, também existem outras razões que podem aumentar as chances de desenvolver a doença e diferentes tipos de câncer de pele. Por isso, confira a seguir os mitos e verdades sobre o assunto para cuidar da sua saúde da forma correta.


1 – Todo câncer de pele é provocado pela exposição excessiva aos raios ultravioletas do sol?

Mito. Apesar da exposição sem proteção aos raios solares ser a principal causa de câncer de pele, há casos em que o componente genético é o fator desencadeador da doença. Além disso, há três principais tipos de câncer de pele: carcinoma basocelular e carcinoma epidermoide, que são os não melanoma, com incidência mais alta, e melanoma, menos frequente, mas mais grave.


2 – Para se proteger dos raios ultravioletas basta usar protetor solar?

Mito. Embora o uso dos protetores solares seja fundamental, outros cuidados com o sol também são necessários, como evitar a exposição excessiva, principalmente entre 10h e 16h, escolher roupas adequadas que garantam maior proteção, além de optar por bonés ou chapéus e óculos de sol.


3 – O bronzeamento artificial é mais prejudicial do que os raios solares?

Verdade. Pesquisas mostram que as câmeras de bronzeamento emitem doses de raios UV mais fortes do que as do sol e aumentam significativamente o risco de desenvolver o câncer de pele. Apesar da atividade ser proibida no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), ainda há clínicas espalhadas pelo País que atuam de forma irregular.


4 - Há o risco do tumor de pele se espalhar para outros órgãos?

Verdade. No caso dos melanomas, o tipo menos frequente, há alto potencial de causar metástase, espalhando-se para outros órgãos do corpo. Para prevenir que isso aconteça, é essencial ter o diagnóstico precoce da doença.


5 – O câncer de pele se desenvolve de forma silenciosa? É possível o diagnóstico precoce?

Mito. De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), é fundamental conhecer bem a pele para detectar qualquer irregularidade como pintas que mudam de cor e tamanho, lesões que surgem de aparência elevada e irregular ou ainda manchas e feridas que não cicatrizam e podem apresentar crostas, coceira ou sangramento. Se notar qualquer anormalidade é preciso consultar um dermatologista o mais rápido possível para realizar a avaliação e o diagnóstico.

Fontes: Inca e SBD.

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