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Empregabilidade 10 de maio de 2021

As muitas famílias brasileiras

Você já ouviu falar de socialização? Trata-se do processo pelo qual todos nós somos inseridos em uma sociedade. Quando nascemos, somos uma tela em branco. Precisamos ser apresentados, pelos nossos cuidadores, ao mundo à nossa volta. É assim que somos inseridos em uma língua (no nosso caso, o português) e em uma cultura. Pare e […]

Você já ouviu falar de socialização? Trata-se do processo pelo qual todos nós somos inseridos em uma sociedade.

Quando nascemos, somos uma tela em branco. Precisamos ser apresentados, pelos nossos cuidadores, ao mundo à nossa volta. É assim que somos inseridos em uma língua (no nosso caso, o português) e em uma cultura.

Pare e pense: como você sabe o nome das coisas à sua volta? Como aprendeu seus hábitos alimentares e de higiene? E os seus valores morais, quem te ensinou? Tudo isso é socialização!

As instituições sociais

O processo de socialização do indivíduo é de responsabilidade das instituições sociais, ou seja, dos grupos e organizações que têm por função criar e transmitir as normas que permitem a organização social.

São instituições sociais a escola, a igreja e, principalmente, a família!

Alguns sociólogos chegam a dizer que trata-se da mais importante, uma vez que é nela que temos a socialização primária, ou seja, a aquisição das habilidades básicas para que possamos viver em sociedade.

Por isso, grande parte do que somos em nossa vida adulta está diretamente ligado à nossa formação familiar.

Um país a favor da família

Podemos não ter a real dimensão do poder e da influência do nosso núcleo familiar em nossas vidas, mas em nosso país, culturalmente, temos a valorização da família bastante presente em nosso discurso.

Mas o que seria ser a favor da família? E que família à qual nos referimos?

Novos formatos familiares

Quando pensamos em estrutura familiar, a maioria de nós terá, como primeira imagem, a da chamada “Família Tradicional”. Trata-se da organização formada por pai, mãe e filhos, em que o patriarca é responsável pelo sustento familiar, enquanto à mulher cabem os cuidados com a casa e com as crianças. 

Se no início do século XXI esse era o formato mais comum - presente em cerca de 58% dos lares -, hoje ele é a minoria. De acordo com o IBGE, apenas 42% das famílias brasileiras podem ser consideradas tradicionais.

O papel da mulher

Uma das mudanças mais evidentes é a passagem do protagonismo masculino para o feminino. Se antes as mulheres ficavam reclusas ao universo doméstico, cada vez mais elas ganham o mundo. Entraram no mercado de trabalho, passaram a contribuir financeiramente dentro de casa e hoje são responsáveis pelo sustento de cerca de 45% dos lares brasileiros.

Além disso, são a principal referência de cerca de 5,5 milhões de crianças que não possuem o nome do pai em sua certidão de nascimento.

Famílias homoafetivas

Uma outra importante mudança está no surgimento das famílias homoafetivas, cujo reconhecimento se deu há cerca de 10 anos pelo STF.

Além disso, desde 2017, as certidões de nascimento permitem a inclusão do nome de dois pais ou de duas mães, superando, mais uma vez, o modelo tradicional. Crianças (adotivas ou biológicas) de casais homoafetivos têm os seus direitos garantidos por lei. 

Toda família vale a pena

Defender a família é ser a favor de todas as famílias. Não importa se há dois pais ou duas mães; se é monoparental; se a mãe é, na verdade, a avó; se o vínculo é sanguíneo ou apenas afetivo. São muitas as organizações familiares possíveis e todas são merecedoras de respeito. Família é onde há amor

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