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Sem categoria 6 de julho de 2021

Amidalite: o guia completo para entender mais sobre dor de garganta

Ninguém está livre de apresentar uma enfermidade em qualquer estação do ano. Em alguns períodos, no entanto, as condições do clima podem aumentar a incidência de doenças infecciosas. Já percebeu, por exemplo, que o inverno costuma vir acompanhado de vários quadros de amidalite? O problema surge com frequência nos meses frios por dois motivos. Primeiro, […]

Ninguém está livre de apresentar uma enfermidade em qualquer estação do ano. Em alguns períodos, no entanto, as condições do clima podem aumentar a incidência de doenças infecciosas. Já percebeu, por exemplo, que o inverno costuma vir acompanhado de vários quadros de amidalite?

O problema surge com frequência nos meses frios por dois motivos. Primeiro, porque o organismo fica mais vulnerável às agressões do ambiente. Depois, as baixas temperaturas também criam o cenário ideal para o desenvolvimento de certos vírus que causam inflamação na garganta.

Nessas situações, é importante redobrar os cuidados com a saúde para fortalecer o sistema imunológico. Se você quer saber como fazer isso e conferir outras informações sobre o assunto, continue a leitura. Vou explicar tudo para que consiga se proteger da melhor forma!

O que são as amídalas?

São estruturas localizadas na parte oral da faringe, uma área que conecta os sistemas respiratório e digestivo. Esses pequenos órgãos são compostos por tecido linfoide e revestidos por epitélio. Assim, têm como principal função produzir linfócitos (células de defesa) para evitar ataques externos.

É importante destacar que existem três tipos de amídalas no corpo humano. As rino-faríngeas estão situadas no ponto entre a faringe e o canal que vai até o nariz. As palatinas se localizam na parte posterior do céu da boca. As linguais, como o nome indica, ficam na base da língua.

As amídalas têm contato direto com o ar que respiramos, assim como as bebidas e os alimentos que ingerimos. O fato de ficarem expostas a tudo o que passa pela boca faz com que se tornem alvos fáceis de vírus, fungos e bactérias. E é quando esses agentes atacam a região que surge a amidalite.

Um detalhe interessante sobre as amídalas está na capacidade de perceber e processar cada recurso que chega pelos atos de alimentação ou respiração. Elas desenvolvem anticorpos para combater micro-organismos específicos, o que garante uma defesa mais eficaz durante uma possível reinfecção.

O que caracteriza a amidalite?

É um processo infeccioso que atinge as amídalas, sendo motivado pela presença de vírus, bactérias ou fungos na região da garganta. Em alguns casos, o quadro pode envolver a combinação de dois agentes nocivos. Seja qual for a causa, a doença incomoda porque gera vários sintomas desagradáveis.

A forma aguda é aquela que dura até 7 dias. Quando a infecção se estende além desse período ou se torna recorrente, passa a ser considerada crônica.

Principais causas

Como os vilões da história são organismos muito pequenos, conseguem entrar no corpo com facilidade. O principal meio de contato são as gotículas de saliva infectada com vírus, fungos ou bactérias. Assim, se uma pessoa doente tossir ou espirrar, acaba contaminando o ar e outras superfícies.

Quem estiver no mesmo ambiente pode, portanto, inalar as gotículas e desenvolver um quadro infeccioso. Vale lembrar que, como muitas doenças, a amidalite tem mais chances de surgir entre os grupos que estão com a imunidade baixa — ou seja, com seus mecanismos de defesa reduzidos.

Fatores de risco

Vírus, fungos e bactérias estão presentes em diversos espaços. Por isso, nem sempre é possível prevenir a interação com essa variedade de micro-organismos. É claro que alguns comportamentos, como permanecer muito tempo em locais fechados e repletos de pessoas, favorecem o contato.

É por isso que crianças em creches ou adultos concentrados em pequenos escritórios, por exemplo, podem ficar mais suscetíveis à doença. A qualidade do ar e da limpeza dos ambientes compartilhados precisa ser boa para evitar que quadros de infecções passem de um indivíduo para outro.

Como você verá adiante, a pouca idade é um dos fatores de risco para a amidalite. Alguns casos ainda mostram relação entre a enfermidade e o convívio com animais domésticos, visto que a pelagem, penas e células mortas dos pets podem estar contaminadas, agravando a situação.

Outro fator envolvido é a exposição a produtos químicos e ao cigarro (como fumante ativo ou passivo). Isso porque a fumaça e substâncias fortes irritam a mucosa da boca, do nariz e da laringe, além de deixar a garganta fragilizada. Com a inalação frequente, toda a região tem sua proteção reduzida.

Pessoas que sofrem de refluxo gastroesofágico também tendem a ser mais propensas ao desenvolvimento de infecções na região das amídalas. Afinal, o retorno do ácido estomacal irrita todo o trajeto do sistema respiratório, deixando-o sensível e vulnerável a ataques.

Quais são os tipos de amidalite?

Essa divisão da doença é feita com base nos agentes causadores e na apresentação clínica do paciente. Em todo caso, a consulta médica se torna a prática mais segura para ter certeza sobre o tipo e obter indicações de tratamento.

Uma condição que pode ser confundida com as formas infecciosas é a amidalite caseosa. Trata-se de um processo benigno e não inflamatório, embora gere sintomas como mau hálito e desconforto na garganta. Isso ocorre quando há formação de cáseos (materiais calcificados) nas amídalas.

Nas infecções causadas por agentes externos, a doença pode ser categorizada em três tipos:

  • viral — é a mais frequente, geralmente causada por vírus influenza, adenovírus, coronavírus, rhinovírus e vírus sincicial respiratório;
  • bacteriana — é implicada por bactérias, em especial as do gênero Streptococcus. Também é chamada de amidalite pultácea ou estreptocócica;
  • fúngica — é pouco comum e, quando acontece, costuma estar associada ao uso prolongado de remédios antibióticos. Envolve micro-organismos do tipo levedura.

As amídalas são estruturas sensíveis. Por isso, se beneficiam com cuidados gerais de saúde. E embora infecções graves sejam raras, é importante seguir todas as orientações médicas para conter os sintomas e não lidar com complicações secundárias, como a febre reumática.

Uma amidalite não tratada também tem potencial para afetar o funcionamento de outros órgãos do corpo, principalmente se for do tipo bacteriana. O paciente pode ter problemas no coração, nos rins e, em situações mais complicadas, apresentar surdez e septicemia.

Quais são os sintomas da amidalite?

Os tipos e a intensidade dos sinais variam de uma pessoa para outra. Essa diferença acontece por conta do estado da imunidade e do agente infeccioso que causou a doença. Como você deve imaginar, a dor de garganta representa um dos sintomas mais comuns desse quadro.

Veja abaixo outras ocorrências que podem indicar uma infecção nas amídalas:

  • dificuldade para engolir líquidos e sólidos;
  • perda de apetite;
  • sensação de mal-estar;
  • garganta avermelhada;
  • amídalas inchadas;
  • febre e calafrios;
  • dor de cabeça;
  • tosse seca e irritativa;
  • inchaço dos gânglios do pescoço e da mandíbula;
  • dor ou coceira no ouvido.

A dor de garganta, no caso de amidalite, costuma durar 2 ou mais dias. É importante saber que a forma bacteriana gera outros sintomas além dos citados. Eles incluem pontos amarelados nas amídalas, língua com saburra (mancha branca), mau hálito e úvula inchada.

Por que as crianças são mais propensas?

Os vírus são os responsáveis pela maior parte das infecções na região das amídalas. E como a forma viral é a mais comum entre crianças, muitas pessoas se questionam sobre os motivos que levam os pequenos a terem tantos casos de contaminação.

Antes de qualquer análise, é crucial ter em mente que, nas fases iniciais da vida, o ser humano ainda não tem seu sistema imunológico completamente formado. É por volta dos 12 anos que a imunidade atinge a maturidade necessária para combater agentes externos com eficácia.

Isso significa que o organismo das crianças tem menos capacidade de reconhecer e enfrentar os micro-organismos que causam doenças. Dessa forma, é até esperado que passem por mais crises de amidalite ao longo dos anos, com possibilidade de piora nos meses de inverno.

Outro ponto a considerar é o estilo de vida e hábitos normais do público infantil. Quem tem filhos pequenos sabe que eles ainda não conseguem compreender o valor dos cuidados com a higiene. Inclusive, faz parte do universo deles explorar as coisas com as mãos e tudo o que envolva o tato.

Esse comportamento de pegar objetos e brinquedos, depois levá-los à boca ou coçar os olhos e o nariz, favorece o contato com vírus, bactérias e outras partículas. É na infância que também ocorrem as interações mais intensas, como brincadeiras, abraços e demais atividades que geram proximidade. A saída para reduzir as chances de infecção está em inserir práticas preventivas na rotina da criança.

Como prevenir a amidalite?

A prevenção é nossa maior aliada nos cuidados com a saúde física e mental. Seu primeiro passo sempre será manter uma vida equilibrada em questões de alimentação, sono e atividades cotidianas. O propósito é deixar seu corpo fortalecido, de modo que consiga resistir a diversas enfermidades.

Confira algumas dicas de prevenção para adotar quanto antes.

Beber água suficiente

A ingestão adequada de líquidos promove o funcionamento correto de vários órgãos e tecidos. Isso inclui as amídalas e a mucosa oral, que permanecem hidratadas ao longo do dia. Beber água é um ato extremamente simples, mas que deve ser valorizado por proporcionar tantos benefícios ao organismo.

Investir em bons alimentos

Assim como a hidratação, o consumo de alimentos de qualidade fortalece as defesas contra os vírus, fungos e bactérias. Dê preferência aos ingredientes frescos e naturais, variando os carboidratos, proteínas e gorduras para garantir todos os nutrientes básicos. Também reduza as quantidades de produtos industrializados.

Ficar longe de aglomerações

Locais cheios aumentam os riscos por conta de doenças contagiosas. Nesses ambientes, o contato com pessoas de diferentes lugares passa a ser próximo e constante. É crucial, portanto, que você evite aglomerações em qualquer situação, seja em estabelecimentos da sua cidade ou durante viagens.

Não compartilhar objetos

A higiene faz parte dos cuidados básicos para manter os germes e a sujeira bem longe. Mas não adianta lavar bem as mãos e limpar suas coisas se você tem o costume de compartilhar pertences. Muitos podem estar ou ficar contaminados após repetidas manipulações. O ideal é reduzir atos de emprestar algo ou de pegar objetos que não são seus.

Tratar vícios

O uso de certas substâncias pode colaborar para o desenvolvimento de uma amidalite e até piorar quadros existentes. É o caso do cigarro e do álcool, que irritam todo o trajeto da boca até o estômago. Se você está entre os adeptos do tabagismo ou gosta de bebidas alcoólicas, considere diminuir ou parar o consumo.

Abandonar o sedentarismo

Essa é uma estratégia que poucos valorizam por não mostrar resultados em curto prazo. Porém, sempre valerá a pena incluir exercícios físicos em sua rotina. Uma atividade física prazerosa aumenta o bem-estar, melhora a autoestima e promove efeitos benéficos para todo o corpo e a mente.

Evitar o ar-condicionado

Mudanças bruscas de temperatura agridem o nosso organismo e devem ser evitadas ao máximo. Nos dias frios, procure frequentar espaços sem vento para não perder calor rapidamente. No verão, tente não ficar muito tempo sob a ação do ar-condicionado. O aparelho tira a umidade do ar e resseca as amídalas, deixando-as vulneráveis a ataques.

Quando procurar um médico?

Como dito, a amidalite dificilmente evolui para um quadro grave. Principalmente quando ocorre pela presença de vírus, é comum que o organismo acabe controlando a infecção por conta própria, sem a necessidade de intervenções médicas e prescrição de remédios.

Mas com saúde não se brinca. Logo, é crucial que você preste atenção aos sinais e saiba quando buscar auxílio para fazer exames clínicos e laboratoriais. Nem sempre a doença regride espontaneamente e, nesses casos, obter suporte quanto antes faz toda a diferença na recuperação.

Um bom guia para entender se está na hora de consultar um médico é quando:

  • você percebeu que os sintomas já duram mais de 4 dias, sem indícios de melhora;
  • você sentiu muita dificuldade para respirar e engolir, tanto sólidos quanto líquidos;
  • você identificou que a dor de garganta tem impedido de comer e beber água normalmente;
  • você passou a apresentar falta de apetite em qualquer horário do dia.

O profissional mais indicado para investigar e tratar esse tipo de enfermidade é o otorrinolaringologista. É um perfil que trabalha com a área da medicina relacionada à cabeça e ao pescoço, incluindo as regiões do nariz, dos ouvidos, dos seios da face e da garganta.

Como é feito o diagnóstico?

Somente um médico poderá avaliar o quadro e determinar o tipo de amidalite, caso haja infecção. Na consulta, o profissional vai realizar uma série de perguntas e exames para chegar a um diagnóstico efetivo. A finalidade é descobrir a causa da doença e indicar o melhor tratamento.

Os questionamentos envolvem a quantidade de sintomas, a existência de fatores de risco e detalhes sobre o estilo de vida do paciente. O clínico geral ou otorrinolaringologista pode perguntar, por exemplo, se você fuma ou costuma frequentar ambientes fechados e mal ventilados.

O próximo passo é observar as características da boca e das amídalas, bem como do pescoço e da garganta. O objetivo é se certificar de que não há sinais preocupantes, como inchaço, vermelhidão e manchas brancas. Há possibilidade, ainda, de o médico solicitar exames laboratoriais.

Contagem de células sanguíneas, teste de mononucleose e cultura de secreção da garganta podem auxiliar o diagnóstico. Seja qual for a recomendação do profissional, não deixe de cumprir todas as etapas. Lembre-se de que pessoas saudáveis tiram proveito máximo da ciência em prol do bem-estar.

Quais são as opções de tratamento?

O controle dos sintomas em busca da cura varia conforme a causa da doença. Como os vírus e as bactérias são os principais agentes envolvidos na ocorrência de amidalite, é importante que você receba o diagnóstico correto e utilize medicamentos próprios para cada caso.

Infecção viral

Nessa forma da doença, é comum que os desconfortos se concentrem na área da orofaringe (que compreende a faringe e as amídalas). Assim, o tratamento tende a ser feito com analgésicos e anti-inflamatórios simples, com a finalidade de aliviar os sintomas.

Para acelerar a recuperação, o paciente pode adotar uma dieta rica em vitaminas e minerais. Também é interessante que a textura dos pratos seja mais pastosa, de modo que não irrite a garganta e favoreça a deglutição dos alimentos.

Infecção bacteriana

Essa forma da doença é mais agressiva por provocar inflamação acompanhada de placas de pus nas amídalas. Os remédios ideais são os antibióticos, geralmente prescritos por vários dias. Eles devem ser ingeridos com bastante rigor e conforme orientação médica.

É importante eliminar as bactérias por completo para que não permaneçam ativas no organismo. Sem os devidos cuidados, elas podem migrar para outros tecidos e continuar causando problemas de saúde. Nesse caso, a dieta específica e adaptada ao período de tratamento também é bem-vinda.

Como favorecer a recuperação?

Às vezes, mesmo cumprindo uma série de cuidados preventivos, você acaba se surpreendendo com a visita de uma doença. Nesse momento, não se entregue ao desespero e procure orientação médica. Além das práticas indicadas pelo profissional, existem ações simples que promovem uma recuperação mais rápida.

Descansar bastante

É fato que movimentar o corpo fortalece a saúde em geral. Porém, quando você está doente, precisa dar uma pausa no gasto energético para garantir que as defesas naturais trabalhem ao máximo. Então, se estiver com amidalite, reduza o ritmo das atividades e maneire na prática de exercícios intensos.

Ficar longe de agravantes

Se fumaça, gases tóxicos e poeira prejudicam o sistema respiratório, a melhor coisa a fazer é passar longe desses agentes. Evite contato com produtos de limpeza, pois contêm química forte, além de pedir que fumantes respeitem seu espaço. Locais de longa permanência também devem ser limpos por completo, de modo que não acumulem pelos de animais e outras impurezas.

Evitar a automedicação

Muitas pessoas têm o mau hábito de ir à farmácia sem receita médica. Assim que percebem alguns sinais desagradáveis, como dor de garganta ou de cabeça, logo recorrem aos remédios que não demandam prescrição.

Apesar de ser uma forma rápida de combater o estresse causado pelos sintomas, isso compromete a recuperação porque há o risco de usar uma droga inadequada para o agente infeccioso. Se você tem sentido desconfortos, seja qual for a região afetada, consulte um médico de confiança para não cometer erros.

Quando é necessário recorrer à cirurgia?

As amídalas têm papel importante no conjunto de defesas do organismo. Se parar para pensar, elas compõem a primeira barreira protetora contra vírus, bactérias e demais agentes infecciosos. Isso explica por que muitos médicos só indicam a retirada desses órgãos em último caso.

Para algumas pessoas, no entanto, a amidalite é recorrente. Mesmo o cuidado médico adequado e baseado em um bom diagnóstico não é suficiente para evitar reinfecções. E não há quem resista a tantas crises por ano. Trata-se de uma condição incômoda, que reduz a qualidade de vida do paciente.

Aos grupos que não respondem bem aos tratamentos convencionais, a saída pode estar na cirurgia para retirada das amídalas. O procedimento (amigdalectomia) é simples e de baixo risco. Claro que sempre é importante procurar um especialista na área e tirar todas as dúvidas sobre o assunto.

A intervenção cirúrgica dura, em média, 90 minutos. O profissional responsável insere uma espécie de pinça pela boca do paciente e faz uma incisão para remover todo o tecido. Em geral, a pessoa recebe alta no mesmo dia da operação e a área tende a cicatrizar por completo em 10 dias.

Dor de garganta após a cirurgia

As pessoas que sofrem de amidalite comumente associam a dor de garganta à presença das amídalas. Logo, podem acreditar que a remoção desses pequenos órgãos seja a saída para resolver a questão do desconforto. Mas não é bem assim.

Pense que a extração de um tecido da boca não evita que outras partes do corpo sejam atacadas por agentes externos. Se a condição do ar é ruim (com poluição, por exemplo) ou as superfícies do ambiente de convívio estão contaminadas, haverá chance de uma infecção por vírus e bactérias.

Quem não tem mais as amídalas, portanto, pode sentir dor de garganta por outros motivos. Os mais prováveis incluem quadros de laringite (inflamação da laringe) e faringite (inflamação da faringe). A característica comum é que ambos geram irritação no local.

Gostou de aprender sobre amidalite? Veja que essas informações só provam que um estilo de vida saudável sempre será a melhor solução para combater doenças e seus indesejados sintomas. Então, faça a sua parte e valorize o autocuidado.

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